Guerra

A guerra das mentes perturbadas não poupa ninguém.
No delírio da criatividade, soltam-se devaneios, venenos e maldições.
Arquitetam-se estórias, plantam-se intrigas, colhem-se factos delirantes, mentirosos e surreais.
Erguem-se muralhas, grita-se a vitimização para receber do povo, ignorante, as palmas e os afagos do desconhecimento ingénuo.
Vilões de olhar dócil, línguas viperinas de palavras doces, corações podres exibindo altruísmo.
Tantos são os que vagueiam pela terra e que, no fingimento do amor, vão semeando a guerra.

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